Cícero e Léo, Prefeito em dose dupla para João Pessoa; Por Flávio Moreira

É inegável a dedicação e insubstituível a experiência com que o Prefeito de João Pessoa Cícero Lucena tem conduzido diuturnamente, em seu terceiro mandato, os destinos de nossa Capital. Cícero acorda cedo, dá sua corrida matinal, come seu picado (as vezes antes, as vezes depois da primeira reunião de trabalho do dia) e entra em uma maratona para conciliar as ações de combate à pandemia e as demais áreas de gestão.

Nesse aspecto, a vasta experiência de Cícero faz enorme diferença, pois que conhece na prática a maior parte dos problemas de uma gestão. De perfil conciliador, mas exigente nas cobranças das ações para proteger o povo de João Pessoa no pior momento da história recente do mundo, enfrentando um vírus que mata cada dia mais, um inimigo invisível em que a escolha é entre o isolamento ou o risco de contrair a doença, Cícero tem sido gigante, afinal administrar recursos, cidade, equipe e coronavírus é missão hercúlea.

Mas todo gigante tem seu ponto fraco e ter uma retaguarda que lhe dê proteção e apoio sempre que precisa é fundamental para evitar golpes baixos, frios e traiçoeiros tão inerentes ao ser humano e mais comuns ainda no ambiente da política. Além disso, é inevitável que alguns que usufruem da confiança de Cícero mostrem falhas e pontos fracos. Nesse contexto, o governador João Azevedo, líder maior do Cidadania, deu um presente à Cícero para ser seu vice prefeito: Léo Bezerra.

Léo é o tipo de político em extinção: bom caráter, responsável, leal e dedicado a qualquer missão que lhe seja delegada. Sem a vaidade típica dos que querem aparecer mais que o titular para tomar seu lugar, se estivéssemos falando de um time de futebol, Léo seria o 12º jogador, aquele que não entra em campo, mas interfere diretamente na partida o tempo todo.

Se você olhar agora qualquer matéria referente a ações da Prefeitura de João Pessoa desde a posse, 99% delas terá Cícero e Léo juntos, em perfeita e completa harmonia, geralmente com Léo do lado passando claramente a mensagem de orgulho em estar ali aprendendo com Cícero e ao mesmo tempo pronto para qualquer coisa e no momento que precisar.

Duas são as razões para tanta harmonia. Primeiro, o fato de o titular ter total tranquilidade de sua qualidade, capacidade e condição política, sem o medo e insegurança que permeava prefeitos recentes de nossa cidade. Segundo, pela confiabilidade de Léo e pela sua igual tranquilidade em saber da sua importância e contribuição nesta caminhada.

Léo caminha com a serenidade de quem sabe que não precisa derrubar ou puxar tapete de quem quer que seja para chegar no destino que pretende alcançar. É o elo entre Prefeitura e Governo do Estado, sem precisar se esforçar para tal porque naturalmente as pessoas atendem seus pedidos pelo respeito que têm por ele antes mesmo de ser vice prefeito.

Enfrentamos a pior semana da pandemia. Muitos amigos, conhecidos e até artistas partiram. Infelizmente, muitas pessoas não entenderam ainda a gravidade da situação e continuam se aglomerando em bares, principalmente nos bairros mais populares.

Outros tantos não tem escolha: é trabalhar para sobreviver e se expor ao vírus ou morrer de fome. Estes últimos são as maiores vítimas da irresponsabilidade daqueles que não precisavam estar espalhando o vírus.

Mesmo diante desse cenário tão desesperador, temos que agradecer que João Pessoa tem prefeito em dose dupla. Um complementando o outro, apoiando-se reciprocamente e respeitando o momento e a vontade popular que elegeu os dois para cuidar de nossa cidade.

Vice Prefeito não é artefato decorativo e nem tampouco reserva de time de futebol que torce para o titular se machucar para entrar em campo.

Assim como o reserva num time, que treina junto com o titular para que ambos se mantenham na melhor forma, Léo dá a Cícero e a todos nós, povo de João Pessoa, a tranquilidade de que está pronto para entrar em campo se precisar, mas torce para que o titular seja artilheiro e o time vença a partida e o campeonato.

É o jogador da base que vibra diante do gol do seu ídolo e sabe que, no tempo certo, vai começar a partida e marcar o gol da vitória.

Por Flávio Moreira

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